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Leia maisDesenvolvida e supervisionada pelo Psicólogo Doutorando Leandro Alencastro Santos a partir de 20 anos de vivência clínica.
The Guardian (Reino Unido/Europa, 02/mar/2024): afirma que “milhões estão agora recorrendo a chatbots…”.
Le Monde (França/Europa, 18/ago/2024): cita chatbots de saúde mental com “centenas de milhares de acessos…”.
Diversos artigos científicos destacam que chat bots com a metodologia clínica da IARA pode aliviar sintomas de depressão e ansiedade e aumentar o bem estar emocional.” (Feng et al., 2025; Zhong , Luo , Zhang, 2024; Zhang et al.; 2023)

“Estratégias práticas para superar depressão e ansiedade e melhorar a qualidade de vida.”

“Para quem busca autoconhecimento e equilíbrio emocional.”

“Para melhorar suas relações interpessoais e desenvolver vínculos mais saudáveis.”


A IARA nasceu da paixão e do rigor científico entrelaçando psicologia e tecnologia: idealizada em 2024 pelo psicólogo clínico e doutorando Leandro Alencastro Santos, com colaboração valiosa de pacientes e ex-alunos, ela incorpora sólidos embasamentos da psicologia clínica baseada em evidências.
Projetada a partir de dezenas de diretrizes clínicas cuidadosamente estudas. Tem como inspiração chatbots de saúde mental reconhecidos internacionalmente como Limbic (porta de entrada no NHS, Inglaterra) e Wysa, presente em milhares de vidas pelo mundo.
Além disso, IARA carrega um compromisso social profundo: oferece suporte gratuito para mulheres negras e indígenas que enfrentaram situações de violência, ampliando o cuidado em saúde mental.
O nome IARA é uma homenagem à nossa cultura indígena brasileira. IARA significa a rainha das águas. Além de ser um trocadilho com Inteligência Artificial, a água no universo psicológico significa vida emocional, poder de transformação.
Currículo Leandro Alencastro Santos: http://lattes.cnpq.br/4197228893273032Cuidado emocional de alta qualidade baseado em evidências científicas
A IARA opera sob o princípio de Human in the Loop: as intervenções da IARA são
acompanhadas por supervisão clínica humana, garantindo acolhimento, precisão e ética.
| Critério | IARA (focada em saúde mental) | Chat GPT; Gemini; Antropic (genéricos) |
| Base científica e curadoria | Construída com conteúdos validados da Psicologia Baseada em Evidências Científicas, revisados por especialista e integrados via RAG. | Base de conhecimento ampla e genérica, sem foco clínico; pode misturar fontes não verificadas. |
| Supervisão e autoria clínica | Desenvolvida por psicólogo clínico, doutorando em Ciências da Saúde, com 20 anos de prática e dezenas de diretrizes clínicas próprias aplicadas à IA. | Sem supervisão clínica direta; criadores de propósito generalista e não voltado à psicologia. |
| Probabilidade de alucinação | Baixíssima, pois a IARA utiliza base de conhecimento própria e vetorizada, com respostas rastreáveis e supervisionadas. | Maior risco de alucinações e contradições, especialmente em temas clínicos e éticos. |
| Escopo e segurança clínica | Limites bem definidos; não substitui terapia presencial e segue fluxos de segurança (180/190). | Escopo indefinido; pode gerar respostas impróprias ou não seguras em contexto clínico. |
| Mensuração de progresso | Indicadores de bem-estar, INFOGRÁFICOS EMOCIONAIS e planos de avanço monitorados. | Sem métricas clínicas integradas. |
| Custo-benefício terapêutico | Alta eficiência e consistência terapêutica com baixo custo por impacto. | Pode demandar várias interações sem garantia de alinhamento clínico. |
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MULHERES VÍTIMAS DE VIOLÊNCIA
Cuidado que alcança quem mais precisa. A IARA tem compromisso social: disponibilizamos acesso gratuito a nossa assitente emocional inteligente – IARA – para mulheres que já viveram situações de violência.
Os dados mais atuais mostram que mulheres negras são as principais vítimas e que mulheres indígenas enfrentam um avanço acelerado da violência exigindo resposta responsável, contínua e humana.
Feminicídios em alta: 1.568 feminicídios em 2025, alta de 4,7% sobre 2024. Assassinadas por serem mulheres; 64% eram negras, a maioria morta dentro de casa e, em 8 a cada 10 casos, por parceiro ou ex-parceiro ( Fórum Brasileiro de Segurança Pública, 2026).
Mulheres indígenas: os registros de violência cresceram 258% (2014–2023); a violência sexual é a que mais dispara e atinge majoritariamente meninas (SINAN — Ministério da Saúde, 2025).
Nossa missão é unir acolhimento humano, psicologia e tecnologia.